"... Escasseavam-lhe as frases. Principiavam a luzir as estrelas. Por que acaso se encontravam os seus lábios? Como é que eles se colaram? E como é que a ave canta, a neve derrete, a rosa abre, o Maio floresce e a aurora branqueia os cimos das colinas, povoadas de sussurante arvoredo?
Um beijo, eis tudo."
Um beijo, eis tudo."
Victor Hugo, Os Miseráveis

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